Como a tecnologia está tornando os consumidores mais exigentes

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Se você nasceu antes dos 90, muito provavelmente já teve acesso a um computador com sistema operacional Windows 95 ou fez ligações daqueles celulares cuja função mais avançada era o “jogo da cobrinha”. Por mais que lembranças como estas carreguem uma forte dose de nostalgia, é inegável que nessa época, onde aparelhos eletrônicos ainda eram tão rudimentares, muitas tarefas que hoje realizamos em poucos segundos eram muito mais complexas, como enviar mensagens de texto ou navegar na internet. Hoje, qualquer um é capaz de operar um computador e aproveitar grande parte de suas funcionalidades. Mas há algumas décadas atrás não era bem assim. Para conseguir tirar um bom proveito de dispositivos tecnológicos, o usuário precisava passar horas e horas lendo o manual de instruções e depois tinha que se virar para conseguir usá-los. Ao contrário das gerações anteriores, as novas gerações não têm a menor necessidade de ler o manual quando compram um celular novo ou um notebook, por exemplo. A mudança no modo como as pessoas lidam com a tecnologia é algo recorrente na história. Estamos nos adaptando a novas tecnologias o tempo todo, buscando usufruir ao máximo de suas funcionalidades para tornar nossa vida melhor e ganhar tempo para nos focarmos em outras atividades. Foi assim com a invenção da roda, da lâmpada, do telefone, etc. Mas desde o início do século XXI, temos visto uma série de tecnologias disruptivas surgirem, que têm impactado diretamente na realidade de inúmeras empresas ao redor do mundo, e mais além, no modo como pessoas se relacionam com tudo que as cerca. Logo na virada do século, vimos o crescimento absurdo dos motores de busca. Para se ter uma ideia, em 2000 o Google atingiu a marca de 1 bilhão de páginas indexadas (atualmente o número já está na casa dos trilhões). Hoje, dificilmente alguém saberia viver sem os motores de busca, isso inclui desde os usuários mais assíduos de Internet até aqueles que só a utilizam de vez em quando. A possibilidade de buscar informações em tempo real foi uma verdadeira revolução no modo como pessoas consomem conteúdo, realizam afazeres diários, interagem com marcas e outras inúmeras coisas que dariam uma lista de páginas e mais páginas. Não seria difícil citar dezenas de exemplos de tecnologias desenvolvidas na última década que foram responsáveis por moldar o consumidor como o conhecemos hoje. Mas vamos pular  para 2007, ano em que a Apple trouxe o primeiro iPhone ao mercado. Com uma interface intuitiva, o produto era prático, simples e funcional, unindo tudo que o consumidor procurava em uma única plataforma. Desde então, dispositivos eletrônicos baseados nos parâmetros estabelecidos por produtos como o iPhone se espalham pelo mundo e mostram ao consumidor que ele é o centro de qualquer decisão que uma marca toma. O empoderamento do consumidor moderno se dá acima de tudo através da democratização da informação e à facilidade em manifestar descontentamento ou satisfação com um produto adquirido, tudo isso graças à Internet e mídias sociais. Quando um consumidor se sente lesado com alguma aquisição, existem diversos canais para que ele possa reclamar e compartilhar sua experiência com quem quer que seja. Desse modo, as marcas se viram obrigadas a redobrar a atenção, não só no momento em que trazem alguma novidade ao mercado, mas também no momento em que interagem com sua audiência. Diferentemente de alguns anos atrás, o preço não é mais o fator decisivo no momento da compra. Existem uma série de outros fatores que uma empresa deve trabalhar se quiser cativar seu público e ganhar relevância no mercado, como o posicionamento de marca. Ter um posicionamento bem definido é a chave para se destacar da concorrência, pois uma marca bem posicionada é capaz de transmitir valores que o consumidor pode se identificar. Isso significa que para conquistar a confiança do consumidor, uma marca deve ir muito além daquelas práticas tradicionais – reduzir o preço e disparar ofertas para todos os lados – e partir para uma abordagem mais interativa e pessoal. A exigência do consumidor moderno por praticidade e funcionalidade é fruto de um novo conceito no que diz respeito a trazer um novo produto ou serviço ao mercado: o objeto deve se adaptar a pessoa, e não o contrário. Essa tendência é evidente em nosso cotidiano, por exemplo quando optamos por realizar quase todas operações bancárias através de um aplicativo ou quando abandonamos o rádio e a televisão para consumir programas e músicas via streaming. Essa evolução tão significativa pode ter passado despercebida aos olhos de muitos, mas graças à tecnologia, o consumidor de hoje não é mais como o consumidor de 20 anos, assim como o consumidor de hoje não será como o consumidor de 2036. E dessa forma, marcas vão moldando suas estratégias de acordo com a transformação digital, onde o valor agregado e a experiência de compra se tornam cada mais importantes. 
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